A coordenadora do Bloco alertou ainda para as declarações da Ministra da Saúde, que davam conta que os reforços necessários para o SNS estariam dependentes de autorizações do Ministério das Finanças: “A resposta ao Covid-19 não pode ficar sujeita aos vetos de gaveta e atrasos de autorização de Mário Centeno”.

Pedro Filipe Soares criticou CHEGA, Iniciativa Liberal e CDS por não terem coragem de mexer nas comissões abusivas cobradas pela banca.

“Há um abuso do sistema financeiro perante as pessoas, com taxas e comissões que rapam o seu dinheiro”, afirmou o líder parlamentar do Bloco. “É inaceitável que a Associação Portuguesa de Bancos faça chantagem sobre um órgão de soberania do nosso país, dizendo que não pode legislar sob pena de despedimentos e de encerramento de balcões”, criticou Pedro Filipe Soares.

"O que hoje faremos nesta Assembleia da República, conscientes da complexidade do tema e da importância da decisão, é responder a uma pergunta: escolhemos nós a prepotência de impor a todos um modelo de fim de vida que significa uma violência insuportável para muitos ou, recusando qualquer imposição, decidimos respeitar a escolha de cada um sobre o final da sua vida?" questionou José Manuel Pureza durante a intervenção da apresentação do projeto de lei do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda.

“O Ministro das Finanças deve explicar ao Parlamento e ao país por que é que o Governo inscreveu no orçamento que o Novo Banco teria um impacto nas contas públicas de €600M e, afinal, esse efeito será de €1037M”, afirmou Mariana Mortágua, acrescentando que “ao não ajustar as previsões, o Governo prejudica duplamente os contribuintes: por um lado, pela injeção que virá a ser feita diretamente pelo tesouro no Fundo de Resolução e, por outro, pelas consequências de uma redução adicional de 400 milhões feita às custas de despesas em serviços públicos”.