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A deputada Alexandra Vieira lembrou que cultura e o património têm vindo a ser tratados como terra de ninguém e estão cada vez mais na mira dos interesses imobiliários e que o Bloco tem vindo a denunciar diferentes situações de desresponsabilização e abandono. A deputada concluiu dizendo que o Bloco de Esquerda se irá opor sempre ao caminho da mercantilização e privatização do património cultural.

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Maria Manuel Rola relembrou o PSD que, enquanto governo, foram os responsáveis pela privatização da Fidelidade, levando a que muitas pessoas tenham agora dificuldades em renovar os seus contratos, questionando se "estão agora disponíveis para reverter a liberalização total da lei do arrendamento?", e se a bancada do PSD iria votar favoravelmente o projeto de resolução do Bloco que propõe a mobilização do património público para responder à crise habitacional.

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O deputado José Maria Cardoso acusou o PS de ter desistido da regionalização e que o Bloco de Esquerda tem apresentado soluções sérias para inovar e responder às necessidades das populações. O deputado lembrou que o Bloco tem defendido a reabertura de serviços públicos no interior e apresentou um plano estratégico para o desenvolvimento do interior, tendo ambas as propostas sido chumbadas pelo PS.

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“O Ministro das Finanças deve explicar ao Parlamento e ao país por que é que o Governo inscreveu no orçamento que o Novo Banco teria um impacto nas contas públicas de €600M e, afinal, esse efeito será de €1037M”, afirmou Mariana Mortágua, acrescentando que “ao não ajustar as previsões, o Governo prejudica duplamente os contribuintes: por um lado, pela injeção que virá a ser feita diretamente pelo tesouro no Fundo de Resolução e, por outro, pelas consequências de uma redução adicional de 400 milhões feita às custas de despesas em serviços públicos”.

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"A lei não pode ser alterada em favor de determinados interesses e, quando falamos de um projeto estratégico, não se pode ignorar as consequências ambientais, as consequências na saúde pública, e não se pode avançar contra municípios, contra populações e contra o ambiente".

Intervenção da deputada Isabel Pires no debate sobre a construção do novo aeroporto no Montijo.

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A deputada Maria Manuel Rola defendeu que é necessário aprofundar o caminho feito no que toca à proteção animal. A deputada alertou ainda que é necessário saber quem está realmente do lado do bem-estar animal e lembrou que o Bloco tem trabalhado insistentemente para o aprofundamento da Lei dos maus tratos a animais.

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“Em plena emergência climática, decidiram fazer um aeroporto numa das zona protegidas mais importantes do país, perto de núcleos urbanos consolidados, sem acesso ferroviário, sem possibilidade de expansão e com um impacto ambiental impossível de contornar”, explicou Joana R. Mortágua

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Todo o debate se resume à resposta que damos a quem nos diz: “Por favor, ajudem-me”. E que mão lhe queremos dar, se a que lhe impõe a nossa vontade, ou a que lhe respeita o desejo mais fundamental. Hoje, a nossa resposta deve ser com a humanidade, a compaixão e o respeito por quem nos diz: “deixem-me partir”.

Intervenção de encerramento de Pedro Filipe Soares no debate sobre a despenalização da morte assistida.

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A deputada Mariana Mortágua afirmou, esta tarde,que essencial é respeitar tanto quem escolhe dignamente viver o seu sofrimento até ao fim, como quem, para manter a sua dignidade, decide por um fim ao seu sofrimento.

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"Porquê obrigar ao sofrimento?
Porquê prender à dor e à violência de ver-se definhar contra a sua vontade?
Porquê submeter o outro a algo que a pessoa já não considera a sua vida?"

Questionou Moisés Ferreira no debate sobre a despenalização da morte assistida.

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O deputado Moisés Ferreira lembrou que a proposta que o CDS-PP trouxe à discussão pretende transferir do orçamento do Serviço Nacional de Saúde para o negócio privado da Saúde. O deputado defendeu que para reforçar o SNS é necessário reforçar o número de profissionais através da reformulação das carreiras, a criação de regras para a formação de mais profissionais e especialistas no SNS e a revisão do numero obrigatório de horas que os médicos especialistas são obrigados a fazer nas urgências.