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"Porquê obrigar ao sofrimento?
Porquê prender à dor e à violência de ver-se definhar contra a sua vontade?
Porquê submeter o outro a algo que a pessoa já não considera a sua vida?"

Questionou Moisés Ferreira no debate sobre a despenalização da morte assistida.

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O deputado Moisés Ferreira lembrou que a proposta que o CDS-PP trouxe à discussão pretende transferir do orçamento do Serviço Nacional de Saúde para o negócio privado da Saúde. O deputado defendeu que para reforçar o SNS é necessário reforçar o número de profissionais através da reformulação das carreiras, a criação de regras para a formação de mais profissionais e especialistas no SNS e a revisão do numero obrigatório de horas que os médicos especialistas são obrigados a fazer nas urgências.

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"O que hoje faremos nesta Assembleia da República, conscientes da complexidade do tema e da importância da decisão, é responder a uma pergunta: escolhemos nós a prepotência de impor a todos um modelo de fim de vida que significa uma violência insuportável para muitos ou, recusando qualquer imposição, decidimos respeitar a escolha de cada um sobre o final da sua vida?" questionou José Manuel Pureza durante a intervenção da apresentação do projeto de lei do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda.

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No debate sobre a Regionalização, João Vasconcelos relembrou que “o governo, na legislatura anterior, negociou com o PSD o acordo para a descentralização, esquecendo deliberadamente o processo de Regionalização”.

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A Regionalização está consagrada na Constituição da República Portuguesa desde 1976. Contudo, continua por concretizar. A desigualdade territorial e as assimetrias crescentes mostram como o adiamento da regionalização tem sido negativo para o desenvolvimento do país.

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“Continuamos a ter em Portugal crianças com deficiência a quem não são disponibilizadas as condições necessárias ao seu pleno desenvolvimento, crianças em situação de pobreza e privação de bens essenciais, crianças a quem nas escolas é servida comida imprópria ou insuficiente, ou crianças à guarda do Estado português, acolhidas em instituições portuguesas, a quem é negada a nacionalidade ou mesmo uma autorização de residência e a quem, consequentemente, é vedado o acesso a direitos fundamentais”.

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Catarina Martins condenou hoje, no debate quinzenal com o primeiro-ministro, os insultos racistas de que foi vítima o jogador Marega.

“O facto de o insulto racista permanecer há muito tempo no nosso país não o torna menos perigoso. O mais perigoso é a banalização do racismo”.

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No debate preparatório do Conselho Europeu, a deputada Beatriz Dias denunciou que “o debate sobre migrações e asilo encontra-se refém de um discurso securitário”, explicando que “promove-se uma Europa fortaleza, o reforço das fronteiras e a negação de direitos a refugiados e migrantes.

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Catarina Martins questionou o Primeiro-Ministro sobre o lançamento de um concurso para uma nova PPP do Hospital de Cascais, relembrando que "em 2016 o Governo anunciou que a PPP de Cascais não seria renovada, porque não servia o interesse público. Mas em 2018 acabou por decidir prolongar o contrato até 2021, com a justificação de que não havia tempo para a internalização. Entretanto não só teve tempo para preparar a mudança como foram conhecidos diversos escândalos da gestão da PPP, como o encaminhamento de doentes para os hospitais privados ou a falsificação de dados nas triagens".

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Em Portugal há cerca de 40 mil vigilantes e a maior parte trabalha para empresas contratadas pelo Estado; hospitais, repartições de finanças e até tribunais.

Catarina Martins denunciou que “os últimos concursos públicos foram ganhos por empresas que apresentaram preços abaixo do custo. Nalguns casos, o resultado da baixa do preço foi deixar salários por pagar”.

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Catarina Martins referiu-se à notícia sobre a previsível prescrição de mais de 16 milhões de euros de multas aplicadas a banqueiros e ainda sobre a possibilidade de “estar em curso uma operação de lavagem de dinheiro feita nas barbas do Banco de Portugal” no que concerne à venda do BIC por parte de Isabel dos Santos.