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Intervenções

  • Em declarações à imprensa, Maria Luís Albuquerque garantiu hoje que o Governo já pagou 1000 milhões de euros aos bancos para anular perdas potenciais de 1500 milhões. Por este andar, e não aceitando a via judicial recomendada tanto pelos pareceres jurídico como financeiro, o Governo vai dar 2000 mil milhões à banca, um valor muito superior ao buraco potencial que existia quando tomou posse.

  • O Governo insiste em fabricar novos desempregados, novos pobres, empresas falidas, jovens sem futuro. Mas para a banca o Governo enviou, com açúcar, com afeto, 5.600 milhões de euros. Mais do que os 4 mil milhões que dizem agora ser imperativo cortar.

  • Perante o acórdão do Tribunal Constitucional, o Governo amuou, Passos Coelho ameaçou, Miguel Relvas demitiu-se mas continuou Ministro, e Vitor Gaspar resolveu vingar-se da administração pública. A semana política fica marcada pela imagem de um Governo embrulhado na crise política e social que semeou. Por Ana Drago

Perguntas ao governo

  • O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda considera esta deturpação dos dados inaceitável, sendo essencial que sejam prestados todos os esclarecimentos necessários. O Governo sabe que estes dado s permitem aprofundar ainda mais a estratégia de redução salarial e desvalorização interna, um dos elementos centrais da sua estratégia.

  • A Ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, referiu na Comissão Parlamentar de Inquérito à Celebração de Contratos de Gestão de Risco Financeiro por Empresas do Setor Público, no dia 25 de junho, que a renegociação dos IGRF levada a cabo pelo Governo «não custou dinheiro aos contribuintes». Esta ideia foi sendo repetida e sublinhada posteriormente, nomeadamente na última audição de Maria Luís Albuquerque, já em agosto.

  • De acordo com a informação divulgada pela comunicação social, a Parpública, então liderada por Joaquim Pais Jorge, adjudicou a assessoria financeira da privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF) ao Citigroup e ao BIG.