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Perguntas ao governo

  • O Decreto-Lei n.º 187/2012, de 16 de agosto, veio criar o Polo de Lisboa do Hospital das Forças Armadas (HFAR), como resultado da fusão entre o Hospital da Marinha, o Hospital Militar Principal, o Hospital Militar de Belém e o Hospital da Força Aérea. A racionalização de recursos e efetivos através de um Hospital único para as Forças Armadas foi o argumento usado pelo anterior governo PSD/CDS para justificar este processo de fusão.

    Não obstante, ao contrário do que havia sido reiteradamente promovido e prometido, o HFAR não tem conseguido colmatar as sobejamente conhecidas carências da saúde militar, devendo-se a isto, não exclusivamente, mas sobretudo, à falta de meios disponibilizados pelo Ministério da Defesa Nacional. Por conseguinte, com a adjudicação e consequente extinção das várias unidades hospitalares já referidas, verifica-se que o HFAR passa por inúmeras dificuldades no presente momento.

  • No passado dia 21 de setembro, Luís Teles, militar e Operacional dos Comandos, morreu no quartel da Serra da Carregueira, em Sintra.

    Segundo informações disponibilizadas pelos meios de comunicação social, este militar morreu na sequência de um ferimento causado pelo disparo de uma arma de fogo. Ainda segundo fontes noticiosas, o militar em causa esteve recentemente em missão na República Centro-Africana, no âmbito das Forças Nacionais Destacadas.

  • Foi tornado público que, para 2019, a ERSUC quer aumentar em 62% a tarifa paga pelos municípios para tratamento dos resíduos. Este é o reflexo da privatização do grupo EGF que atribuiu à Mota-Engil um monopólio no sector do tratamento de resíduos em Portugal. A situação é agrava ainda pelo facto de a Mota-Engil ser também um grande operador no sector da recolha de resíduos.