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Perguntas ao governo

  • As e os técnicos especializados que foram candidatos ao PREVPAP não viram ainda os seus requerimentos homologados. Este atraso, da responsabilidade das CAB e do Governo – e que não pode ser imputado aos técnicos especializados – justifica que a extensão do vínculo contratual seja autorizada mesmo não havendo homologação:  “Será autorizada a extensão dos vínculos dos contratos dos técnicos especializados que tendo sido candidatos ao PREVPAP não têm ainda a candidatura homologada, de modo a permanecerem nos seus postos de trabalho aquando do início do novo ano escolar, 2018/2019."

  • No dia 3 de agosto, sexta-feira, os passageiros que se dirigiram a Beja de comboio viveram uma experiência verdadeiramente inaceitável e que exige clarificação urgente.

    A peripécia iniciou-se em Lisboa, onde o comboio Intercidades com destino a Casa Branca saiu com quase meia hora de atraso (deveria ter saído às 17h02, mas partiu cerca das 17h30). Quando chegaram à estação da Casa Branca, próximo das 19h00, os passageiros que pretendiam seguir para Beja deveriam apanhar um comboio regional que assegura este percurso, no entanto, não havia comboio. Os passageiros tiveram que aguardar cerca de uma hora e vinte minutos pela chegada da composição, sem informação acerca do que se estava a passar, sem resguardo adequado para um dia em que se faziam sentir cerca de 40 graus. Quando finalmente o comboio chegou, os cerca de trinta passageiros depararam-se com temperaturas insuportáveis dentro do comboio, que não tinha ar condicionado.

    Para culminar esta difícil jornada, cerca de vinte minutos depois de sair da estação da Casa Branca, o comboio avariou no meio da linha, entre Alvito e Vila Nova de Baronia, numa zona de difícil acesso.

  • A Escola Secundária de Castro Daire recebe uma comunidade escolar composta por 500 alunos, entre 3º ciclo e ensino secundário. O edifício apresenta algumas anomalias, fruto da idade. As canalizações têm mais de 30 ano, o que pode pôr em risco o funcionamento normal da escola e até a própria saúde dos alunos, docentes e não docentes. Após a perceção de que se estava a perder água, a estrutura subterrânea não permitiu detetar fugas que levam faturas mensais de perto de 4 mil euros, e, sobretudo, a qualidade da água, que pode começar a ser duvidosa e mesmo imprópria para consumo.