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Perguntas ao governo

  • Notícias veiculadas recentemente pela comunicação social dão conta de que o acervo de fundos bibliográficos e documentais da Fundação Mário Soares será drasticamente reduzido, por decisão do respetivo Conselho de Administração, ficando praticamente limitado ao arquivo pessoal de Mário Soares.

  • Nos últimos 10 anos, a Universidade do Algarve tem vindo a experienciar, fruto de um conjunto de aposentações e de um cenário de mobilidade para outras instituições, uma redução drástica dos seus recursos humanos integrados no quadro. Consideramos ser de toda a pertinência destacar que, ao longo deste período, a Instituição tem vindo a recorrer, sistematicamente, à utilização de recursos humanos altamente qualificados e de elevada competência (como é o caso dos gestores de ciência e tecnologia, dos investigadores de pós-doutoramento, entre outros), que têm vindo a assegurar, ano após ano, através de vínculos precários e sucessivas bolsas, a atividade técnica, científica e docente desenvolvida na Universidade do Algarve.

  • A edição impressa desta segunda-feira, 1 de outubro de 2018, do Correio da Manhã revela a existência de um “grupo secreto” ligado à praxe académica, que operará há vários anos na Universidade da Beira Interior, no concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco. Segundo o jornal apurou, esta organização clandestina que, alegadamente, se designa a si mesma de “seita” e contará já com uma década de existência, tem por hábito sequestrar alunos à noite e transportá-los para a Serra da Estrela, onde são despidos, interrogados e agredidos com recurso a pás. Posteriormente, os novos alunos serão ainda incumbidos de várias “missões”, para que possam vir a integrar a “seita”. Entre elas, serão incentivados a “arranjar fotografias de colegas nuas que depois são colocados num grupo privado numa rede social”, na internet.