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Perguntas ao governo

  • No dia 8 de agosto, um cidadão residente em Lisboa dirigiu-se à urgência deste hospital com fortes dores e corrimento nos ouvidos.  Após duas horas a aguardar atendimento, foi chamado a uma sala onde lhe foi entregue um formulário que já vinha preenchido tendo-lhe sido indicado que, com aquele documento, lhe iria ser marcada uma consulta de otorrinolaringologia para os próximos dias.

    Perante a estupefação e perplexidade do utente relativamente ao facto de ir sair do hospital sem ser atendido, foi-lhe referido que de acordo com uma diretiva recente, tinham deixado de chamar  otorrinolaringologistas à urgência, excepto em três situações específicas, entre as quais se encontra o traumatismo craniano.

  • No dia 3 de agosto, sexta-feira, os passageiros que se dirigiram a Beja de comboio viveram uma experiência verdadeiramente inaceitável e que exige clarificação urgente.

    A peripécia iniciou-se em Lisboa, onde o comboio Intercidades com destino a Casa Branca saiu com quase meia hora de atraso (deveria ter saído às 17h02, mas partiu cerca das 17h30). Quando chegaram à estação da Casa Branca, próximo das 19h00, os passageiros que pretendiam seguir para Beja deveriam apanhar um comboio regional que assegura este percurso, no entanto, não havia comboio. Os passageiros tiveram que aguardar cerca de uma hora e vinte minutos pela chegada da composição, sem informação acerca do que se estava a passar, sem resguardo adequado para um dia em que se faziam sentir cerca de 40 graus. Quando finalmente o comboio chegou, os cerca de trinta passageiros depararam-se com temperaturas insuportáveis dentro do comboio, que não tinha ar condicionado.

    Para culminar esta difícil jornada, cerca de vinte minutos depois de sair da estação da Casa Branca, o comboio avariou no meio da linha, entre Alvito e Vila Nova de Baronia, numa zona de difícil acesso.

  • Segundo comunicado emitido pela intersindical FO-CFTC, a 12 de abril de 2018 foi votada uma "greve ilimitada" por parte dos trabalhadores da sucursal da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em França, que entrou em vigor no passado dia 17 de abril de 2018 e ainda se encontra a decorrer. Em causa está, entre outras questões, a acelerada degradação das condições laborais, a incerteza relativamente à manutenção da Sucursal em França e, por conseguinte, a manutenção dos mais de 500 postos de trabalho neste país, bem como o término do serviço do banco público à comunidade portuguesa ali residente.