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Perguntas ao governo

  • O Bloco de Esquerda considera que esta situação é absolutamente inexplicável: um termómetro pediátrico não custa sequer dez euros, pelo que certamente não será por questões financeiras que não existe pelo menos um na UCSP. É incompreensível o rol burocrático a que os utentes e os profissionais se vêm sujeitos para fazer algo tão simples como medir a temperatura, num processo que configura um gigantesco desperdício de tempo, recursos e paciência! Esta bizarra situação carece de esclarecimento e resolução urgente.

  • Chegou ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda uma exposição proveniente dos trabalhadores da empresa municipal Feira Viva relativa ao pagamento de diuturnidades.

  • A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve notificou duas enfermeiras para procederem ao pagamento de danos em viaturas de serviço da ARS. Uma das enfermeiras exerce funções na unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Portimão e a outra na UCC de Faro. Na carta que a ARS endereçou a estas profissionais é-lhes exigido o pagamento no prazo de dez dias úteis, ameaçando-as com procedimento disciplinar e afirmando reservar-se o direito de “na falta de pagamento voluntário, proceder ao desconto da importância em dívida no seu vencimento mensal”. Esta situação motivou revolta e indignação por parte de diversos profissionais que estão a recusar-se a conduzir viaturas de serviço, designadamente nas UCC de Faro, Portimão, Lagoa e Silves.