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Infestação com piolho de pombo na unidade coronária do Hospital de Faro, no Algarve

O Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) é composto por três unidades hospitalares – Faro, Portimão e Lagos – às quais se somam os Serviços de Urgência Básica do Algarve e o Centro de Medicina Física e de Reabilitação do Sul. O CHUA presta cuidados de saúde aos dezasseis concelhos do Algarve, o que significa uma população de cerca de 450.000 pessoas, número que triplica na época alta do ponto de vista turístico.

No dia 28 de abril, sábado, a unidade coronária do Hospital de Faro foi encerrada uma vez que foi identificada a presença de piolho de pombo nas instalações quando se fazia a limpeza diária. Perante esta situação, os doentes foram transferidos para uma outra unidade para que se procedesse a uma desinfestação das instalações.

Refira-se que no exterior do hospital existem muitos pombos, situação que motivou já uma intervenção em 2014.

O Bloco de Esquerda pretende saber quantos doentes foram transferidos bem como que medidas éticas e eficazes estão a ser equacionadas para controlar a população de pombos no exterior do hospital.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:

1. O Governo tem conhecimento da situação exposta?

2. Quando vai reabrir a unidade coronária do Hospital de Faro?

3. Mediante a infestação com piolho de pombo, quantos doentes foram transferidos da unidade coronária do Hospital de Faro?

4. Houve doentes diagnosticados patologias causadas pelo piolho de pombo, como seja a dermatozoonose?

5. Que medidas éticas e eficazes vão ser implementadas para controlar a população de pombos no exterior do hospital?

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