Em Sesimbra, 13 equídeos propriedade de 2 sócios foram alvo de denúncia de maus tratos a 27 de dezembro de 2018. 3 dos equídeos eram fêmeas adultas grávidas.
A denúncia, ao SEPNA e Gabinete Médico Veterinário da Câmara Municipal de Sesimbra, foi feita por testemunhos que atestam que, ao longo de vários meses, o detentor que tinha a guarda contratual dos animais não tinha condições financeiras para os manter.
 

A 13 de Setembro de 2019 foi denunciado em Ferreira do Alentejo uma situação de maus tratos a animais. Na decorrência dessa denúncia a Guarda Nacional Republicana deslocou-se ao local a 6 de novembro e apreendeu 104 equídeos de um total de 115 em duas explorações. Estes animais apreendidos ficaram à guarda do presumível agressor como fiel depositário. 

A Igreja de São João Baptista, situa-se no centro histórico da cidade de Abrantes e, em 29 de setembro de 1948, foi classificado imóvel de Monumento Nacional através do Decreto nº 37077. Embora seja monumento nacional e esteja inserida roteiro turístico “Médio Tejo, Património e Identidade”, o seu aspeto de degradação é bem evidente tanto no exterior, como interior, onde são visíveis as infiltrações, a humidade, as rachas nas paredes e tinta a cair. 

A população local tem alertado para os graves danos de cariz ambiental e de saúde pública que poderão estar a ocorrer devido à deposição de resíduos urbanos no aterro. Entre os principais danos estarão os causados por uma população numerosa de gaivotas que habita o local e que se alimenta dos resíduos alimentares ali depositados. A população de gaivotas poderá estar a causar sérios impactes negativos nos ecossistemas circundantes e nas espécies que neles habitam, além de problemas de ruído, higiene e de saúde pública nos aglomerados populacionais que existem nas imediações do aterro.

Posto isto, a urgência da situação pressupõe diligências no sentido de garantir um albergue digno para os animais e de melhorias que garantam que os animais não prosseguem nestas condições que atentam contra a salubridade, segurança pública e bem-estar animal. Para além disto, as imagens parecem indiciar uma violação do DL 315/2003 que estabelece as normas legais tendentes a pôr em aplicação em Portugal a Convenção Europeia para a Proteção dos Animais de Companhia.

Este projeto tem sido objeto de contestação por parte de diversas entidades civis, estando inclusivamente a decorrer em tribunal a apreciação de uma providência cautelar pedindo a suspensão das dragagens e tendo sido aprovada na Assembleia da República uma resolução no mesmo sentido.

Cerca de um ano depois do último anúncio de requalificação da UMC do Hospital de Abrantes não só nada avançou como não é do conhecimento público para quando está previsto o início da mesma.

A Escola Básica com 1 Ciclo e Jardim de Infância de Pousa, no concelho de Barcelos, é frequentada por cerca de 120 crianças e constituída por por dois edifícios independentes que apresentam sinais alarmantes de degradação.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda teve conhecimento desta situação através dos pais e encarregados de educação dos alunos da EB1/JI de Pousa. Na carta aberta que dirigiram ao presidente da Câmara Municipal de Barcelos sublinham que já se passaram 15 anos desde a promessa de construção de um Centro Escolar que iria receber as crianças da Pousa e das freguesias vizinhas. 

Sem receber desde o passado mês de outubro de 2019, as trabalhadoras da Santa Casa da Misericórdia de Moscavide (SCMM) expuseram o caso à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), tendo recebido a visita dos técnicos da ACT a 6 de dezembro de 2019.

Já no dia 30 de agosto de 2019 (há, portanto, 5 meses atrás) o Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Saúde sobre a não nomeação (e por isso, inexistência de um diretor clínico no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga).
O Ministério não se dignou a responder ainda a esta questão, o que vai, aliás, ao arrepio do tempo regimentalmente previsto para o Governo responder a questões escritas colocadas por deputados eleitos à Assembleia da República.  

No dia 26 de janeiro, domingo, a urgência pediátrica do Hospital registou diversas reclamações de utentes que referiram estar há demasiado tempo à espera de consulta; foram relatados tempos de espera que ascendiam a oito horas. De acordo com informações dos utentes, haveria duas médicas a assegurar o atendimento da urgência. 

Chegou ao conhecimento deste Grupo Parlamentar que a Autoridade Tributária e Aduaneira e a Agência para a Modernização Administrativa, I.P. celebraram acordos com a empresa A2D Consulting, Lda., no âmbito dos quais aquelas duas entidades têm vindo a enviar mensagens eletrónicas para inúmeras pessoas em que as incentivam a participar num concurso designado “MUDAR É GANHAR – 2.ª Edição” (https://mudareganhar.pt/), cuja divulgação é da responsabilidade da referida empresa e a que estão também associadas empresas privadas dos setores bancário, segurador, de telecomunicações, de energia, de saúde, entre outros.  

Numa região densamente povoada mas com grandes lacunas do ponto de vista de transportes públicos, o acesso às unidades de saúde existentes é um dos problemas com que este ACES se depara. Acresce o facto de diversas unidades se encontrarem desajustadas para as necessidades atuais e a necessitar de intervenção. Também necessária é a contratação de 18 assistentes técnicos. 

É público que a Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP) afirmou que a barragem da Aguieira já não tem água suficiente para assegurar o abastecimento nos três setores de atividade (público, agricultura e indústria), apenas um mês após a grande cheia provocada pela depressão Elsa. Na mesma notícia é referido que o Ministério do Ambiente fala em razões de segurança, referindo a notícia que a nota do Ministério dá conta de esta situação ser "intencional e apresenta-se como a melhor medida de gestão para a segurança de pessoas e bens no Baixo Mondego".