A seguinte situação foi denunciada ao Bloco de Esquerda: foi detetada tuberculose a uma funcionária de um infantário, o que levou as crianças deste infantário a fazerem o despiste desta doença.

A Tito & Matos, Lda. é uma empresa, com sede na Maia, que se dedica à venda e fornecimento da assistência técnica em equipamentos no setor têxtil, especificamente para os setores das peúgas e das passamanarias. Esta empresa é useira e vezeira no recurso a trabalho precário, designadamente a estágios. O uso é tanto e tão frequente que resulta evidente que esta se trata de uma estratégia permanente para acesso a trabalho gratuito ou a baixo custo

O Governo alertou a população para o facto de vários hospitais estarem já muito próximos do limite da sua capacidade; tendo isto em conta, o mesmo Governo aconselhou a população a não se dirigir às urgências hospitalares sem antes tentar outras vias, como é o caso da Linha Saúde 24.

O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda teve conhecimento e dispõe de suporte fotográfico que o comprova, que os motoristas, no Porto de Leixões, transportam diariamente para a Siderurgia Nacional na Maia, diversos tipos de sucata que descarregam nesse porto. Os trabalhadores vêm-se obrigados a tapar a sucata em cima dos camiões, que circulam sem qualquer tipo de proteção ou cobertura, para que fiquem abrigados da chuva. 

A morte de um jovem por falta de assistência médica durante o fim de semana no Hospital de São José deixou claro o perigo que representa a falta de equipas de prevenção em neurocirurgia vascular.

Ora, tivemos conhecimento que a esmagadora maioria dos trabalhadores da ANSR, se enquadram numa situação de “falsos recibos verdes”. Na realidade, muitos deles encontram-se há vários anos a cumprir oito horas de trabalho diário e a arcar com todas as obrigações decorrentes de um contrato de trabalho, sem beneficiarem de nenhum dos direitos correspondentes. Por outro lado, impendem sobre estes “trabalhadores independentes” as obrigações acrescidas de contribuição para a segurança social que, como sabemos, são extremamente onerosas e injustas e de suportar o IRS.

Ora, tivemos conhecimento que a esmagadora maioria dos trabalhadores da ANSR, se enquadram numa situação de “falsos recibos verdes”. Na realidade, muitos deles encontram-se há vários anos a cumprir oito horas de trabalho diário e a arcar com todas as obrigações decorrentes de um contrato de trabalho, sem beneficiarem de nenhum dos direitos correspondentes. Por outro lado, impendem sobre estes “trabalhadores independentes” as obrigações acrescidas de contribuição para a segurança social que, como sabemos, são extremamente onerosas e injustas e de suportar o IRS.

A transformação da televisão nos últimos anos colocou desafios vários ao serviço público, que foi sofrendo algumas reformulações. Tendo-se evitado a privatização de um serviço público de rádio e televisão (essencial para qualquer democracia), a partir de setembro de 2013 têm vindo a agravar-se as situações de precariedade no seio da RTP.

O Tribunal de Contas detetou investimentos financeiros da DGS numa sociedade gestora de participações sociais na área do imobiliário. Este investimento de 4500 ações na SONAPI, SGPS, SA, não tem qualquer justificação associada e não é justificável dentro do quadro de competências e de atuação da Direção-Geral da Saúde.

O Governo PSD/CDS aplicou o seu programa de austeridade durante 4 anos, o que se traduziu em cortes cegos nas áreas e serviços públicos mais necessários às populações.

O anterior Governo PSD/CDS definiu como um dos objetivos a entrega de vários hospitais públicos à gestão privada da Misericórdia.

O Bloco de Esquerda esteve reunido com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga para abordar, entre outras questões, as medidas que estão a ser tomadas para que não se repitam os episódios de rutura no serviço de urgências a que o país assistiu no início de 2015.

O Bloco de Esquerda reuniu recentemente com a Administração do Hospital Dr. Francisco Zagalo, no concelho de Ovar, tendo-se inteirado dos vários constrangimentos que fazem com que esta unidade hospitalar esteja a funcionar no limite das suas capacidades. Um desses constrangimentos é o corte orçamental que tem sido feito, ano após ano, ao mesmo tempo que se tem exigido maior produção ao Hospital.

Em reunião recente entre o Bloco de Esquerda e a Administração do Hospital Dr. Francisco Zagalo, situado no concelho de Ovar, foi-nos transmitida a inquietação e as consequências geradas pela falta de caracterização deste Hospital.