O Tribunal de Contas detetou investimentos financeiros da DGS numa sociedade gestora de participações sociais na área do imobiliário. Este investimento de 4500 ações na SONAPI, SGPS, SA, não tem qualquer justificação associada e não é justificável dentro do quadro de competências e de atuação da Direção-Geral da Saúde.

O Governo PSD/CDS aplicou o seu programa de austeridade durante 4 anos, o que se traduziu em cortes cegos nas áreas e serviços públicos mais necessários às populações.

O anterior Governo PSD/CDS definiu como um dos objetivos a entrega de vários hospitais públicos à gestão privada da Misericórdia.

O Bloco de Esquerda esteve reunido com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga para abordar, entre outras questões, as medidas que estão a ser tomadas para que não se repitam os episódios de rutura no serviço de urgências a que o país assistiu no início de 2015.

O Bloco de Esquerda reuniu recentemente com a Administração do Hospital Dr. Francisco Zagalo, no concelho de Ovar, tendo-se inteirado dos vários constrangimentos que fazem com que esta unidade hospitalar esteja a funcionar no limite das suas capacidades. Um desses constrangimentos é o corte orçamental que tem sido feito, ano após ano, ao mesmo tempo que se tem exigido maior produção ao Hospital.

Em reunião recente entre o Bloco de Esquerda e a Administração do Hospital Dr. Francisco Zagalo, situado no concelho de Ovar, foi-nos transmitida a inquietação e as consequências geradas pela falta de caracterização deste Hospital.

Conforme informação veiculada pela CGTP-IN, em todas as decisões judiciais referentes a greves de 2010 e 2012, inclusivamente do Tribunal Constitucional, se considerou que os "serviços mínimos" definidos pela Petrogal violavam o direito fundamental à greve consagrado na Constituição da República Portuguesa e que, pelo contrário, os “serviços mínimos” definidos pelos sindicatos e constantes do pré-aviso de greve se encontravam dentro da legalidade.

A greve dos trabalhadores da Petrogal, marcada para dia 28, 29 e 30 de dezembro foi suspensa devido a um despacho conjunto dos ministros da Economia e do Trabalho que determinou os serviços mínimos das refinarias do Porto e de Sines, durante a paralisação. Os trabalhadores do grupo Galp Energia reivindicam a defesa da contratação coletiva, dos direitos laborais (salários, direitos específicos dos trabalhadores por turnos, horários, banco de horas) e dos regimes de saúde e de reformas. 

No dia 2 de dezembro de 2015, ocorreu um choque em cadeia na autoestrada 12 (A12), na zona de Pinhal Novo. Mais de quinze pessoas ficaram feridas neste acidente que envolveu quinze viaturas ligeiras, um motociclo e um autocarro.

Em dezembro de 2014, o Grupo de Trabalho do Litoral – coordenado pelo Professor Filipe Duarte Santos – publicou o seu relatório “Gestão da Zona Costeira, o Desafio da Mudança”. O documento é público e de acesso livre em sites governamentais como é o caso do da Agência Portuguesa do Ambiente.

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda tomou conhecimento através da comunicação social de um jornalista da revista Time Out que viu a sua relação contratual terminada de forma abusiva. Segundo o noticiado, a administração não terá pago um salário em falta ao trabalhador e despediu-o após este apelar à intervenção da Federação Europeia de Jornalistas junto da administração da revista, um direito que lhe está garantido legalmente. A administração decidiu despedir o jornalista. 

De acordo com notícias vindas a público, reportando declarações de fontes da Comissão Europeia (CE), existe um "risco de sub-execução do programa português para o Fundo Europeu das Pescas (FEP) 2007-2013”. 

Há muitos anos que os profissionais que exercem terapêuticas não convencionais aguardam a regulamentação da sua atividade profissional. Este é um processo que se iniciou em 2003, com a aprovação por unanimidade da Lei nº 45/2003, de 22 de agosto; esta Lei efetuou o enquadramento base das terapêuticas não convencionais e reconheceu as práticas de acupuntura, homeopatia, osteopatia, naturopatia, fitoterapia e quiropráxia. 

Ora não tendo sido restringido o âmbito de aplicação da nova lei aos óbitos ocorridos após a sua entrada em vigor, ficam sujeitas ao novo regime também as situações emergentes de óbitos ocorridos em data anterior ao seu início de vigência, embora com efeitos diferidos a partir de 1 de janeiro de 2011, data em que entrou em vigor o Orçamento Geral do Estado de 2011 aprovado pela Lei nº 55-A/10 de 31 de dezembro. Assim, essa lei tem aplicação imediata a todos os membros sobrevivos das uniões de facto que à data da sua entrada em vigor se encontrassem na situação ali prevista.