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Empresas de segurança: Direitos dos trabalhadores têm de ser cumpridos

Em Portugal há cerca de 40 mil vigilantes e a maior parte trabalha para empresas contratadas pelo Estado; hospitais, repartições de finanças e até tribunais.

Catarina Martins denunciou que “os últimos concursos públicos foram ganhos por empresas que apresentaram preços abaixo do custo. Nalguns casos, o resultado da baixa do preço foi deixar salários por pagar”.

A coordenadora do Bloco alertou também que “na generalidade dos casos, estas empresas não estão a cumprir a lei de transmissão de estabelecimento, atacando os direitos dos trabalhadores”.