“O retorno ao trabalho tem que ser feito com condições de segurança e higiene adequadas, que têm que ser garantidas pelas próprias empresas”, afirmou a deputada, acrescentando que “precisamos também de repensar a organização dos transportes públicos, de forma a garantir a mobilidade em segurança”.

O deputado Ricardo Vicente alertou para a urgência de o governo “ser consequente e alterar as linhas de ação, de forma a garantir as metas previstas para o controlo dos incêndios em Portugal”, relembrando que “o plano já leva dois anos de atraso e o Observatório Técnico do Parlamento já produziu recomendações, que são ignoradas pelo Governo”.

Mariana Mortágua voltou a pedir esclarecimentos a Mário Centeno sobre a injeção no Novo Banco antes de serem conhecidos os resultados da auditoria, compromisso assumido publicamente pelo primeiro-ministro António Costa.

A coordenadora do Bloco questionou também o governo sobre a decisão de excluir doentes hipertensos e diabéticos dos grupos de risco dispensados de trabalho presencial, explicando que “os dados não mostram que o risco para estes doentes tenha diminuído”.

Numa terceira ronda, Catarina Martins denunciou a “incompreensível a decisão do governo, do PS e da direita de não proibir - e mesmo apoiar - a distribuição de dividendos pelas empresas”, afirmando que “em plena crise, as maiores empresas do PSI20 estão a distribuir aos acionistas o que falta para os salários dos trabalhadores”.