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Sobre a reabertura das creches, a deputada afirmou que “as regras inicialmente conhecidas são impraticáveis e contra-producentes”, explicando que “a única medida que poderá ser eficaz é o desdobramento dos grupos de crianças em várias salas, garantindo mais recursos humanos e vagas”.

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“O modelo económico vigente falhou. Falhou aos trabalhadores, no salário, e falhou aos serviços públicos, no financiamento”, afirmou o deputado Nelson Peralta, defendendo que “o relançamento da economia deve ter como prioridade a garantia de mais igualdade e de um sistema económico que não dependa da extração de recursos para a produção de riqueza mas sim para as necessidades das pessoas e do planeta”.

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O deputado Ricardo Vicente desafiou o Partido Socialista a acompanhar a proposta do Bloco para o estabelecimento de taxas máximas de intermediação e preços mínimos acima dos custos de produção.
 

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No debate desta quarta-feira, Mariana Mortágua perguntou se “estamos a assistir a uma remodelação em direto", se "o ministro das Finanças sairá do governo porque considera o seu primeiro-ministro irresponsável, ou se já assistimos a uma remodelação e o ministro das Finanças passou a dirigir o governo”, sublinhando que “o governo não nos pode dizer é que se compromete a não pagar sem auditoria e depois paga sem auditoria”.

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No debate desta quarta-feira, Mariana Mortágua perguntou se “estamos a assistir a uma remodelação em direto", se "o ministro das Finanças sairá do governo porque considera o seu primeiro-ministro irresponsável, ou se já assistimos a uma remodelação e o ministro das Finanças passou a dirigir o governo”, sublinhando que “o governo não nos pode dizer é que se compromete a não pagar sem auditoria e depois paga sem auditoria”.
 

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Maria Manuel Rola condenou a decisão do governo de suspensão do alargamento dos prazos de caducidade dos contratos de arrendamento, em vez de apoiar os inquilinos no pagamento das rendas.

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A coordenadora do Bloco questionou também o governo sobre a decisão de excluir doentes hipertensos e diabéticos dos grupos de risco dispensados de trabalho presencial, explicando que “os dados não mostram que o risco para estes doentes tenha diminuído”.

Numa terceira ronda, Catarina Martins denunciou a “incompreensível a decisão do governo, do PS e da direita de não proibir - e mesmo apoiar - a distribuição de dividendos pelas empresas”, afirmando que “em plena crise, as maiores empresas do PSI20 estão a distribuir aos acionistas o que falta para os salários dos trabalhadores”.

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“Em resultado da pandemia Covid-19, o uso de máscaras, luvas e outros materiais de proteção individual aumentou. Temos, portanto, um problema novo: mais resíduos. E com um risco acrescido face a uma potencial contaminação”, explicou o deputado Nelson Peralta, alertando também que “é uma situação de risco para quem trabalha nas limpezas ou na recolha e tratamento de resíduos e para outros profissionais de primeira linha a quem tanto devemos neste período, mas também para toda a sociedade”.

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No debate sobre a proibição da distribuição de dividendos pelas grandes empresas e setor financeiro, o deputado Moisés Ferreira lembrou que “nas últimas semanas muitos trabalhadores perderam rendimentos e os seus empregos, enquanto existem empresas a proceder à distribuição de dividendos milionários entre os acionistas”.

O deputado bloquista referiu também que “no meio de tudo isto há quem insista em viver acima das possibilidades do país”, referindo-se ao exemplo da EDP que distribui 700 milhões de euros e da Galp que distribuiu 300 milhões de euros, mesmo depois de ter despedido trabalhadores precários.
 

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Joana Mortágua recordou que “o ensino secundário está refém dos exames de acesso ao ensino superior”, acrescentando que “daí decorre a decisão de expôr as famílias e os estudantes a exames de acesso ao ensino superior à saída de uma pandemia”

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"Por não haver uma rede universal e pública de creches integradas no sistema educativo, há poucas vagas e mensalidades muito caras, sendo às vezes uma mensalidade mais cara que o valor mensal das propinas numa universidade”, explicou Joana R. Mortágua.

“As famílias estão reféns desta falta de vagas. Quando se deparam com uma quebra de rendimentos repentina ficam entre a espada e a parede: não têm como pagar a mensalidade mas não podem perder a vaga na creche”, alertou a deputada.