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A deputada Isabel Pires acusou o PSD da destruição propositava da empresa pública para a privatizar. A deputada defendeu ainda que "este serviço essencial deve ser público para que tenha qualidade e chegue a toda a população".

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"Depois de 18 meses de salários pagos sistematicamente com atraso, incumprimento dos acordos estabelecidos, a mesma empresa que aumentou os preços aos seus clientes porque tinha de pagar mais aos estivadores não só não pagou os aumentos como nem sequer lhes paga os salários a tempo e ameaça agora com uma insolvência para abrir uma empresa ao lado com os mesmos trabalhadores mas precários”, explicou Catarina Martins, afirmando que “a escalada de conflito pode ser um álibi para as empresas, mas é má para o país e cabe ao Governo interrompê-la, sentar à mesa as partes e chegar a um acordo que garanta o emprego e rejeite firmemente esta fraude descarada”.

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Catarina Martins alertou o governo sobre a possibilidade de a venda do BIC ser aproveitada para uma nova operação de branqueamento de capitais por parte de Isabel dos Santos. “Como vai o governo impedir que o arresto judicial das contas de Isabel dos Santos em Portugal seja contornado nesta venda e que Isabel dos Santos se aproprie de milhões de euros?”

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A coordenadora do Bloco alertou ainda para as declarações da Ministra da Saúde, que davam conta que os reforços necessários para o SNS estariam dependentes de autorizações do Ministério das Finanças: “A resposta ao Covid-19 não pode ficar sujeita aos vetos de gaveta e atrasos de autorização de Mário Centeno”.

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Maria Manuel Rola apresentou o projeto de lei do Bloco que institui a impenhorabilidade do imóvel próprio de habitação permanente, garantindo que a casa de habitação própria e permanente com valor patrimonial inferior a 250.000 euros não possa ser penhorada por dívidas que não as resultantes da hipoteca habitacional.

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José Soeiro apresentou o projeto de resolução do Bloco para a imposição de normas anti abuso nos concursos públicos para contratação de empresas de segurança e para a garantia dos direitos dos trabalhadores nas situações de mudança de estabelecimento.

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A deputada Sandra Cunha alertou hoje que os crimes sexuais contra as crianças, tal como a violência doméstica e a violação “são crimes onde se lida com a dificuldade de obtenção e preservação da prova, com a lentidão da justiça e com a desvalorização destes crimes levando a um baixo número de condenações e número de penas efetivas”.

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Jorge Costa criticou a intenção da EDP de vender seis barragens dos distritos de Bragança e Vila Real. O deputado bloquista alertou que esta operação vai resultar na entrega a empresas estrangeiras de um elemento-chave da eficiência do sistema energético português.

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Pedro Filipe Soares criticou CHEGA, Iniciativa Liberal e CDS por não terem coragem de mexer nas comissões abusivas cobradas pela banca.

“Há um abuso do sistema financeiro perante as pessoas, com taxas e comissões que rapam o seu dinheiro”, afirmou o líder parlamentar do Bloco. “É inaceitável que a Associação Portuguesa de Bancos faça chantagem sobre um órgão de soberania do nosso país, dizendo que não pode legislar sob pena de despedimentos e de encerramento de balcões”, criticou Pedro Filipe Soares.

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O deputado Ricardo Vicente denunciou que "as instituições bancárias estão a funcionar de forma contrária ao que seria de esperar do normal funcionamento da economia", explicando que "nas últimas duas décadas, o desenvolvimento tecnológico aumentou as produtividades e com isso a generalidade dos produtos e serviços tornaram-se mais baratos. Curiosamente, no setor bancário está a acontecer o contrário, muitos serviços que antes eram tratados ao balcão de forma gratuita, hoje são garantidos pela internet, com menos despesa para os bancos, mas são cobrados caro aos clientes e de forma abusiva".

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A deputada bloquista defendeu a eliminação das taxas em serviços digitais como o MBWAY. Segundo Isabel Pires, a Caixa Geral de Depósitos deve cumprir um papel de serviço público, protegendo os "clientes mais desfavorecidos" e a "economia produtiva".