A Escola Secundária João de Barros encontra-se num estado crítico de degradação e com aulas a decorrer em contentores há cerca de 10 anos. As obras encontram-se paradas, aparentemente abandonadas pelo empreiteiro, e sem solução que se conheça por parte da Parque Escolar e do Governo, para desespero da comunidade escolar.

Segundo denúncias chegadas ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda estarão a verificar-se situações de alegado assédio moral a funcionários da Câmara Municipal de Nisa.

Segunda denúncias chegadas ao Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda e tornadas públicas pela imprensa, alegadamente onze membros da Comissão de Trabalhadores da Groundforce, Empresa de Handling em Portugal, que surgiu no seguimento da privatização dos serviços de assistência em terra da companhia aérea TAP Air Portugal, foram intimados, no passado dia 15 de Novembro, a comparecer na esquadra do Restelo, em Lisboa, tendo sido constituídos arguidos com base numa queixa-crime da Groundforce. 

Mais uma vez, uma estrutura apresenta uma candidatura elegível, neste caso pontuada com 79%, o que representa mais 15 pontos percentuais que a última candidatura apoiada, mas não obtém qualquer financiamento. Desta vez com resultados desastrosos. Não é a primeira estrutura a fechar devido ao modelo de apoios às artes. Em 2016, o Teatro da Cornucópia encerrou atividade após 43 anos de trabalho continuado. 

O Bloco de Esquerda teve conhecimento, através da comunicação social, de que 20 médicos especialistas em Medicina Interna estão a escusar-se à responsabilidade no serviço de Urgências do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

O relatório do terceiro trimestre de 2019 da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) apresenta situações em que cidadãos estrangeiros viram o direito de acesso à Saúde negado ou dificultado. Duas das situações mais graves ocorreram no concelho de Loures.

A regulamentação da profissão é uma conquista fundamental para estes profissionais. Não obstante, cinco ano após a publicação da Lei n.º 65/2014, há ainda diversos aspetos a melhorar, como o Bloco de Esquerda pode constatar na sequência de uma reunião decorrida no dia 2 de novembro de 2019, com a Associação Portuguesa de Podologia. 

A Escola EB 2, 3 Dr. António Augusto Louro, pertencente ao Agrupamento de Escolas Dr. António Augusto Louro, no concelho do Seixal. Os seus edifícios e equipamentos encontram-se num elevado estado de degradação, não tendo as condições mínimas de funcionamento.

Lisboa, Capital Europeia Verde 2020, prepara-se para ver o seu tráfego aéreo crescer ainda mais, para os 72 aviões por hora, ou seja, mais do que um por minuto, com a extensão do Aeroporto Humberto Delgado. Este crescimento desenfreado do tráfego aeroportuário é um dos temas centrais de debate público na região de Lisboa: em anteriores momentos o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou já sobre as consequências graves para a saúde das populações decorrentes do ruído, que acarreta o aparecimento de doenças. Por outro lado, num momento em que o combate às alterações climáticas está no centro do debate político, não deixa de ser preocupante que os impactos deste tipo de estruturas e de atividade na saúda pública e das populações não seja uma das primeiras preocupações. 

Os trabalhos de dragagens não foram implementados numa área junto a Estarreja por os sedimentos se encontrarem contaminados com cádmio. Esta situação mostra que a Ria de Aveiro está exposta a agressões ambientais pesadas e é necessária uma ação decisiva para findar focos de poluição e para avançar com um plano de requalificação ambiental da Ria.

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, critico desde o início desta solução encontrada para o Novo Banco, tem acompanhado todo este processo e perante a perspetiva de nova e relevante injeção de dinheiro do Estado, julga imprescindível que o Governo esclareça todos os contornos do acompanhamento que tem feito da situação no Novo Banco.

Desde há alguns anos que o serviço da Transtejo/Soflusa tem vindo a sofrer perturbações, supressões de carreiras, falta de pessoal e um profundo subfinanciamento no investimento necessário para a aquisição e reparação de embarcações. O número de viagens suprimidas, em especial em horas de ponta, tem sido fortemente prejudicial para os passageiros que necessitam de previsibilidade no cumprimento de horários. 

Nos últimos dias, centenas de trabalhadores têm sofrido pressões ilegítimas e ameaças segundo as quais, se não assinassem tais contratos, perderiam o seu posto de trabalho (dado que a 2045 o consideraria extinto, por ter pedido o concurso). Nos contratos entretanto assinados sob pressão, nomeadamente com a PSG, não só não se salvaguarda a antiguidade ou os benefícios sociais adquiridos, como se define um vínculo a termo incerto.

Em setembro de 2019, após notícia na imprensa (“Governo deixa cair exigência à EDP de devolver 73 milhões a consumidores”, Observador, 24 de setembro de 2019), veio o Secretário de Estado da Energia ter solicitado parecer ao Conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República sobre a legalidade da recuperação pelos consumidores da sobrecompensação paga à EDP no quadro do abuso de posição dominante pelo qual foi condenada.